terça-feira, 7 de junho de 2022

É Preciso Uma Aldeia | CRÍTICA (11° Olhar de Cinema)


A temática de É Preciso uma Aldeia parece óbvia: o medo do terrorismo atrelado a xenofobia é base de toda a recepção da população perante um acidente em um pleno fim de semana de Páscoa. Ao contar a história de uma pequena vila na República Tcheca onde vive Standa (Michal Istenik), um bombeiro voluntário que está prestes a se tornar pai e que se sente impotente no seu trabalho, logo de primeira, os habitantes falam que aquilo é culpa dos árabes, sendo que a vítima foi, na verdade, um imigrante com traços árabes.

Paterno | CRÍTICA (11° Olhar de Cinema)


Dirigido por Marcelo Lordello, Paterno conta a história de Sérgio (Marco Ricca), um arquiteto do Recife que está com planos de implementar seu projeto mais ousado em um bairro a beira-mar na capital de Pernambuco.

segunda-feira, 6 de junho de 2022

Quente de tarde, frio à noite | CRÍTICA (11° Olhar de Cinema)


Quente de tarde, frio à noite conta a história de um casal com dificuldades financeiras que faz um juramento: não fazer um empréstimo. Um deles, porém, não irá cumprir o combinado.

sábado, 4 de junho de 2022

A Ferrugem | CRÍTICA (11° Olhar de Cinema)


A Ferrugem
(La Roya) conta a história de Jorge (Daniel Ortiz), o único jovem da sua geração que seguiu vivendo e trabalhando na fazenda de sua família, numa isolada comunidade em meio à floresta colombiana. Com o retorno de vários de seus amigos e da sua primeira namorada, vindos da cidade grande para as festas anuais locais, ele confronta o passado, mas também suas decisões sobre presente e futuro.

sexta-feira, 3 de junho de 2022

Poeta | CRÍTICA (11° Olhar de Cinema)


Poeta
(Akyn), filme do Cazaquistão, conta a história de Didar (Yerdos Kanayev), um antigo estudante de literatura que ama escrever poemas, mas tem o reconhecimento para viver apenas de sua arte, por isso, se vê em diversos trabalhos que não gosta apenas para poder viver.

quinta-feira, 2 de junho de 2022

Vai e Vem | CRÍTICA (11° Olhar de Cinema)

Vai e Vem conta a história de um tratado entre as diretoras Chica Barbosa e Fernanda Pessoa, que morando em países diferentes – a primeira em Los Angeles e a segunda em São Paulo –, estabelecem que vão mandar vídeo-cartas como forma de comunicação, mas cada vídeo deve ser inspirado em uma diretora experimental e deve ser gravado em até três semanas.