Há uma reivindicação de longa data do cinema queer por narrativas que retratem seus personagens e/ou suas jornadas com um mínimo de dignidade para compensar todo o preconceito sofrido no dia-a-dia, alçando um fio de esperança que a ficção tem o poder de prover ou mostrar que são pessoas iguais a quaisquer outras e merecedoras de finais felizes tanto quanto o típico herói branco. Logo, torna-se ultrajante que um filme como Ruas da Glória escolha as piores decisões para uma representação que há muito tempo deveria ser extinta.
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