quinta-feira, 15 de outubro de 2026

DENTRO DA BALEIA – haja fôlego …ou paciência | CRÍTICA


Décadas de filmes com temática de ameaças marinhas nos levaram a temer o que espreita no oceano, geralmente posando os animais como vilões super predadores que precisam ser combatidos de forma exponencialmente satisfatória. É curioso, portanto, que Dentro da Baleia (Whalefall, no original) siga por um caminho até que introspectivo para sair desse ciclo que perde o fôlego a cada novo título.


quarta-feira, 16 de setembro de 2026

ONE PIECE: O FILME – uma aventura que valeu a espera | CRÍTICA



Mesmo pouco convidativo para se embarcar na aventura de assistir a mais de 1000 episódios de seu seriado animado, a energia caótica e divertida de One Piece foi conquistando aos poucos o público brasileiro até, por fim, se tornar um fenômeno (mesmo que tardio) com a chegada dos episódios dublados, bem como alguns filmes, nas plataformas de streaming. Sendo assim, uma franquia tão popular com mangás e colecionáveis lançados estaria incompleta sem seus primeiros filmes em cartaz no Brasil, servindo também como um convite muito agradável para todos que, ao menos, querem conhecer Luffy e toda a tripulação do Chapéu de Palha.

quinta-feira, 10 de setembro de 2026

DA MAGIA À SEDUÇÃO: FEITIÇO DE AMOR ...em envolvente expansão | CRÍTICA


É curioso como o fator "nostalgia" junto com a tal "memória afetiva" são capazes de omitir quaisquer deméritos por conta da afeição de um espectador que associa uma obra com um momento específico de sua vida. Sendo assim, tendo visto Da Magia À Sedução antecipando a apreciação de sua sequência, muito me perguntei qual era tamanho apego dos fãs quando a continuação foi anunciada uma vez que o original de 1998 era incoerente em muitos pontos, além de forçar homens terrivelmente feios para Sandra Bullock. Por sorte, aqui temos uma sequência que vale a pena.


quarta-feira, 26 de agosto de 2026

MUITO PRAZER − sexo na sessão matinê | CRÍTICA

 


Novo filme de Jorge Furtado (Saneamento Básico - O Filme) é uma comédia leve, que passa rápido nas telas e na memória.

PONTO SEM RETORNO − exercício de distopia vazia | CRÍTICA

Jacob Elordi em PONTO SEM RETORNO


Em um ano que Devoradores de Estrelas foi uma grata surpresa ao nos apresentar uma pré-distopia conduzida com tanta criatividade e materiais fascinantes, era de se esperar que um cineasta de bagagem  como Ridley Scott concedesse à sua adaptação de Ponto Sem Retorno (The Dog Stars, no original) uma jornada pós-apocalíptica tão emblemática quanto os seus maiores exemplares na temática, sem significar ser refém de uma mesma estética a la Blade Runner perpetuamente. O que se vê, no entanto, é de um dos trabalhos mais desinteressados de sua carreira.