quinta-feira, 19 de novembro de 2020

Com Tom Holland, Daisy Ridley e Nick Jonas, MUNDO EM CAOS ganha primeiro trailer

Daisy Ridley e Tom Holland em cena de MUNDO EM CAOS

Esta semana, a Paris Filmes divulgou o primeiro cartaz e trailer de  Mundo em Caos (Chaos Walking),  aventura que gira em torno de um grande mistério em um futuro próximo, onde todas as mulheres sumiram, exceto Viola (Daisy Ridley, a Rey em Star Wars), e todos os homens são afetados por um estranho “ruído”, uma força que torna seus pensamos audíveis.

No trailer oficial,  já é possível perceber o mote da produção: Todd Hewitt (Tom Holland, o mais recente Peter Parker de Homem-Aranha) encontra a única sobrevivente feminina, que se choca ao tomar conhecimento desta informação. Ao perceber o perigo em que a jovem se encontra, o personagem luta para protegê-la e colocá-la em segurança. Para isso, será necessário controlar seu “ruído”.

quarta-feira, 18 de novembro de 2020

O PODEROSO CHEFÃO: PARTE III ganha novo corte por Francis Ford Coppola e data de estreia no Brasil

Al Pacino em cena de "O Poderoso Chefão - Desfecho: A Morte de Michael Corleone"

Nesta semana, a Paramount Pictures anunciou o lançamento da nova edição do último filme da trilogia épica The Godfather, de Francis Ford Coppola, intitulada O Poderoso Chefão de Mario Puzo - Desfecho: A Morte de Michael Corleone, acompanhado de um novo cartaz, trailer e vídeo de bastidores.

O estúdio revelou que o filme será lançado na tela grande em dezembro em cinemas selecionados e nas plataformas digitais para aluguel e compra.

quinta-feira, 12 de novembro de 2020

Juliette Binoche e novo longa de François Ozon marcam programação do FESTIVAL VARILUX 2020

Juliette Binoche em "La bonne épouse"

A California Filmes anunciou os longa-metragens que integrarão a programação do Festival Varilux do Cinema Francês 2020.

Entre os filmes inéditos, a estreia do novo longa de François Ozon e comédias estrelando Juliette Binoche e Vincent Cassel.

quinta-feira, 29 de outubro de 2020

TENET – a fixação atemporal de Christopher Nolan | CRÍTICA

John David Washington em TENET
 

Dominando uma década de êxitos formados praticamente por narrativas originais, o cinema de Christopher Nolan se tornou influência para outros cineastas e franquias a investirem em sequências rodadas em large-formats e, assim, multiplicando o impacto emocional em cena elevando os desafios de produção como nunca, especialmente quando a predileção por locações reais e efeitos especiais práticos comprovaram a sua eficácia logo quando realizadores passavam a ficar reclusos em estúdios optando por aparatos digitais, a priori, práticos, mas sem lá o mesmo "tato" e até verossimilhança. De fato, não só um cineasta, mas um gênero que dificilmente se deixou acomodar para se imbuir de novos desafios e para propor experiências magnéticas o suficiente para prender o espectador na poltrona de uma sala e comprovar o porquê de aquela janela ainda ser a melhor para se contar e apreciar histórias.

Afora toda as suas manifestações a favor da experiência coletiva cinematográfica, o realizador de Dunkirk e da Trilogia O Cavaleiro das Trevas nunca deixou de lado a fixação que tem pelas vertentes do tempo, seja aplicando tais conceitos na montagem de suas obras (notem que nem tudo segue em ordem cronológica senão pelo tom e ritmo dos incidentes), ou quando decide partir para discursos teórico-filosóficos a fim de demonstrar o quão impactante pode ser a diferença temporal nos casos de Interestelar e A Origem, arriscando a compreensão do espectador diante do amontoado de explicações que costuma fornecer. Ciente de todos esses aspectos, é possível afirmar que, embora seja o seu longa-metragem mais complexo até então, Tenet alça Christopher Nolan a um novo limiar de realização.

quinta-feira, 22 de outubro de 2020

Com Tom Hanks, RELATOS DO MUNDO ganha primeiro trailer

Tom Hanks e Helena Zengel em "Relatos do Mundo"

A Universal Pictures revelou nesta quinta (22) o primeiro trailer de Relatos do Mundo (News of the World), drama protagonizado pelo ganhador do Oscar, Tom Hanks, em nova parceria com o diretor Paul Greengrass, de Capitão Phillips

O filme aborda o improvável vínculo entre um leitor itinerante de notícias e uma criança, interpretada por Helena Zengel

quinta-feira, 15 de outubro de 2020

Mãtãnãg, a encantada | CRÍTICA


Mãtãnãg, a encantada (2020) é um curta-metragem de animação que requer do espectador não apenas um conhecimento sobre a linguagem audiovisual e suas propostas estéticas e éticas que vem sendo discutidas ao longo das décadas, mas também um aprofundado conhecimento sobre a cultura indígena e, consequentemente, um olhar para a própria cultura brasileira. Projetado na mostra Olhares Brasil do 9º Olhar de Cinema, o filme dirigido pela cineasta Shawara Maxakali e pelo cineasta Charles Bicalho é baseado em um dos mitos tradicionais do povo Maxakali, cuja protagonista, Mãtãnãg, após ver o marido morto por uma picada de cobra, decide segui-lo, iniciando sua jornada rumo à aldeia dos espíritos, evocando as tradições nativas e explorando sua cosmologia.