Terrivelmente insatisfeito com o que presenciei ao longo da projeção de Uma Segunda Chance, filme que adapta o romance homônimo de Colleen Hoover, reli a minha crítica do conturbado É Assim Que Acaba e notei que muito do que havia escrito sobre o filme de 2024 se aplica aqui também. A profundidade insossa do tema, os diálogos e dinâmicas aborrecíveis de seu antecessor cinematográfico estão ainda piores nessa trama de resignação e recomeço.


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