Poucos diretores são tão "autorais" quanto Roland Emmerich, ao ponto de soar monotemático em cada novo filme. Ele já entregou algumas obras divertidas, como seu maior sucesso, Independence Day, ou o bom passatempo O dia depois de amanhã, porém, a maioria de sua filmografia é repleta de bobagens (vide 2012) e bombas como Godzilla (1998) ou 10.000 a.C.. Portanto, as expectativas de qualquer novo filme do diretor alemão são bem baixas.
quinta-feira, 3 de fevereiro de 2022
Moonfall | CRÍTICA
Poucos diretores são tão "autorais" quanto Roland Emmerich, ao ponto de soar monotemático em cada novo filme. Ele já entregou algumas obras divertidas, como seu maior sucesso, Independence Day, ou o bom passatempo O dia depois de amanhã, porém, a maioria de sua filmografia é repleta de bobagens (vide 2012) e bombas como Godzilla (1998) ou 10.000 a.C.. Portanto, as expectativas de qualquer novo filme do diretor alemão são bem baixas.
segunda-feira, 31 de janeiro de 2022
Tô Ryca! 2 | CRÍTICA
Como toda comédia brasileira de sucesso, chega a vez de Tô Ryca! ter sua continuação passados mais de cinco anos desde o lançamento de seu original. Funcional em seu entretenimento por mostrar algo tão cobiçado pela maior parte dos brasileiros, a sequência estrelada por Samantha Schmütz e Katiuscia Canoro agora se concentra nos surtos de todo milionário emergente que se vê esvaziado ao perder tudo.
quarta-feira, 26 de janeiro de 2022
O BECO DO PESADELO – fascínio ao passado | CRÍTICA
terça-feira, 11 de janeiro de 2022
BENEDETTA – a tentação do êxtase | CRÍTICA
Tornou-se um hábito esperar de Paul Verhoeven filmes não menos do que polêmicos tamanho despudor para a erotização – e é fato que Showgirls, seu melhor pior filme, ainda seja debatido por cineclubistas que gostam de equiparar a biomecânica da stripper com RoboCop. Passados 5 anos desde que Elle também causou alvoroço, o veterano cineasta holandês encontra na história (dita) verídica contada no livro de Judith C. Brown mais um tema para pirraçar os valores da Igreja Católica.
quinta-feira, 23 de dezembro de 2021
MATRIX RESURRECTIONS – redenção imaginativa | CRÍTICA
segunda-feira, 6 de dezembro de 2021
AMOR, SUBLIME AMOR – o esmero de Spielberg no resgate de identidades | CRÍTICA
Há quem se incomode com o tique hollywoodiano em fazer continuações, remakes ou reboots mais visando o lucro do que um talvez nobre propósito de reapresentar tal conto para novas gerações com melhores recursos técnicos. Era quase inimaginável também pensar que um cineasta como Steven Spielberg teria a audácia de tocar num título tão estimado como o oscarizado musical Amor, Sublime Amor logo quando o diretor sempre parece pensar à frente mesmo com as tramas de época que ficou acostumado a fazer.