Desde seu lançamento literário em 2011, Jogador Nº1 já se configurava como um grande e ambicioso crossover de tudo aquilo que a cultura pop havia produzido de mais icônico a partir da década de 1970, seja na música, na literatura, no cinema e até mesmo nos games de pouquíssimos bits – ou, pelo menos, refletindo muito do gosto particular de seu autor, Ernest Cline. Situado no ano de 2045, boa parte da sociedade de Columbus, Ohio, encontra-se em condições deploráveis a ponto de morar em trailers amontoados em pilhas verticais em zonas marginalizadas da cidade, mas as pessoas pouco parecem se preocupar com seus problemas sociais tendo em vista que a OASIS, uma ultra imersiva plataforma de realidade virtual, supre todas as suas necessidades imagináveis. Estabelecendo um plano de fundo bastante crível e reflexivo (que hoje se intensifica dada a popularização dos smartphones – com suas tantas notificações distrativas – e os headsets de VR), a narrativa assinada por Cline conquistou milhares de leitores ao redor do globo justamente por sua proposta mista de aventura e ficção científica que, entre tantas referências mantidas em caracteres, também se figurava como um delicioso resgate cultural para, enfim, redescobrir e compartilhar com os recém-aficionados tudo aquilo que fora uma grande diversão para as gerações passadas.
sábado, 31 de março de 2018
sexta-feira, 30 de março de 2018
Jogador Nº1 | Ouça a trilha sonora do filme
A Warner Bros. Pictures divulgou a música-tema e a trilha sonora de Jogador Nº1, composta pelo premiado Alan Silvestri (filmes De Volta para o Futuro, Forrest Gump - O Contador de Histórias e responsável pelo tema de Vingadores).
Segundo o diretor Steven Spielberg, “embora todos os tipos de referências culturalmente icônicas preencham o filme, a música que Alan Silvestri compôs é completamente original. Ela contém vários temas que identificam enredo e personagem e é preenchida por adrenalina que fazem Jogador Nº1 parecer voar. Eu acho a música fantástica”.
Segundo o diretor Steven Spielberg, “embora todos os tipos de referências culturalmente icônicas preencham o filme, a música que Alan Silvestri compôs é completamente original. Ela contém vários temas que identificam enredo e personagem e é preenchida por adrenalina que fazem Jogador Nº1 parecer voar. Eu acho a música fantástica”.
quarta-feira, 28 de março de 2018
Madame | CRÍTICA
A julgar por sua premissa, Madame teria tudo para ser mais uma comédia romântica daquelas típicas de "princesa por um dia". No entanto, o filme dirigido por Amanda Sthers cujo roteiro leva a assinatura da diretora francesa e do veterano Matthew Robbins (A Colina Escarlate, O Dragão e O Feiticeiro) almeja ser mais do que uma narrativa nos moldes de Cinderela. Ao entregar séries de momentos divertidos como se espera do gênero, a produção francesa é sagaz em sua crítica às fúteis etiquetas da elite que sempre terá Paris para se encontrar e esbanjar.
terça-feira, 27 de março de 2018
Sicario: Dia Do Soldado | Assista ao trailer da continuação
A Sony Pictures divulgou o trailer oficial de “Sicário: Dia Do Soldado, continuação do longa Sicário: Terra de Ninguém (de 2015, estrelando Emily Blunt, Josh Brolin, Benicio Del Toro). O filme tem direção do italiano Stefano Sollima.
segunda-feira, 26 de março de 2018
Com Amor, Simon | CRÍTICA
Filmes como o curta-metragem In a Heartbeat e o nacional Hoje Eu Quero Voltar Sozinho (muito que impulsionado pelo seu curta original) provaram que não há nada de mal e promíscuo em contar uma história de primeiro amor entre jovens do mesmo sexo, tornando-se um meio de incentivo para a auto-aceitação e a compreensão (sobretudo familiar) que ainda estão longe de atingir um patamar ideal quando se trata de respeito. Enquanto incomodados dizem que é coisa de "militância" que quer acabar com a "família tradicional", produções afora ganham prêmios e até mesmo Oscars por seus devidos méritos, tratando tal diversidade com honestidade ao contrário de investir em figuras estereotipadas de mau gosto que ainda se vê por aí. Assim, embora Com Amor, Simon faça sua estreia neste cenário bastante propício para a temática, sua proposta está mais inclinada para um típico teen movie do que um autêntico representante do cinema queer.
quinta-feira, 22 de março de 2018
Círculo de Fogo: A Revolta | CRÍTICA
Em 2013, o diretor Guillermo del Toro lançava Círculo de Fogo nos cinemas frisando sua ode aos tokusatsu japoneses trazendo muito estilo às clássicas batalhas de robôs contra monstros gigantes que, nos velhos e modestos seriados da TV, beiravam ao cúmulo do tosco por mais divertidas que fossem para a garotada da época. Com narrativa sucinta e momentos emblemáticos de sobra, o filme conquistou nerds aficionados (que apontavam várias semelhanças com animes similares) e a crítica nostálgica com um entretenimento facilmente mais inteligente que a franquia Transformers, porém longe de garantir uma arrecadação expressiva, dando indícios de que o "cancelamento do apocalipse" era feito mesmo pela parcela do público crente de que histórias de monstros e robôs já não tinham graça no início do terceiro milênio.
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