quinta-feira, 28 de maio de 2015

A nostalgia oitentista de Kung Fury


Muita violência gráfica em cenas com policiais e lutadores de artes marciais, uma iluminação de luzes neon e a música artificializada de um teclado sintetizador. Junte isso ao aspecto borrado das imagens de uma fita VHS mais umas narrações no estilo de Sin City, elementos fantásticos e tudo o que você já viu no cinema dos anos 80.

Não é Blade Runner, muito menos um filme novo do Tarantino ou de Robert Rodriguez, ou até mesmo do John Woo. É Kung Fury, o sucesso do financiamento coletivo, exibido no último Festival de Cannes e distribuído no YouTube!

Promessas de Guerra | CRÍTICA


Russel Crowe tem uma carreira marcada por grandes atuações em dramas e épicos. Não por menos, em sua estreia como diretor em Promessas de Guerra (The Water Diviner), Crowe tenta fazer bonito num drama pós-guerra, ousando ser autoral. Uma pena, no entanto, que uma produção tão ambiciosa como essa fosse comprometida por um roteiro e uma direção com mania de grandeza.

quarta-feira, 27 de maio de 2015

Terremoto: A Falha de San Andreas | CRÍTICA


A Falha na placa tectônica de San Andreas, na Califórnia, tem um histórico enorme de estragos na costa leste estadunidense, e também motivos de sobra para filmes-catástrofe. Dessa vez, no entanto, a tendência é para o pior e as consequências, inestimáveis. No meio de todo o caos, uma família tenta se reencontrar em Terremoto: A Falha de San Andreas (San Andreas).


terça-feira, 26 de maio de 2015

Crimes Ocultos | CRÍTICA


Que a Guerra Fria foi um período completamente paranóico, isso o cinema já representou diversas vezes, mas (quase) sempre favorecendo o lado ocidental. Numa União Soviética em que, até onde se diz, "não há assasinatos no paraíso", coisa dos "demônios" capitalistas, a paranoia toma conta quando mais de quarenta meninos começam a aparecer mortos, sempre próximos de linhas de trens. Muita politicagem suja acontece em Crimes Ocultos (Child 44), que mais resultam num novelão confuso e destoante.

quarta-feira, 20 de maio de 2015

A Incrível História de Adaline | CRÍTICA


O conceito por trás de A Incrível História de Adaline (The Age Of Adaline) parece até uma história típica dos X-Men. Por sorte, o roteiro original de J. Mills Goodloe e Salvador Paskowitz não tem nada de super-poderes, mas chega a dialogar com a ficção científica, fazendo com que a peculiar habilidade de Adaline Bowman (Blake Lively) em não envelhecer, no entanto, acabe se rendendo mais a questões amorosas do que um autêntico registro do tempo.

quinta-feira, 14 de maio de 2015

Mad Max: Estrada da Fúria | CRÍTICA


A primeira trilogia de Mad Max, que alçou Mel Gibson ao estrelato, era uma verdadeira mutação fílmica. Com seu filme original, de orçamento modesto, mas cheio de sutilezas, suas sequências abraçavam um mundo pós-apocalíptico cada vez mais arenoso, insano e violento, em meio a um relativo fio de esperança. O que mais chamava a atenção, no entanto, eram as ótimas sequências de perseguições de carros, que também aumentaram sua proporção de um título pro outro. Seja lá um reinício ou continuação, Mad Max: Estrada da Fúria é melhor desenvolvido, potencialmente frenético e detentor das mais alucinantes sequências de perseguições no deserto.