É curioso como o fator "nostalgia" junto com a tal "memória afetiva" são capazes de omitir quaisquer deméritos por conta da afeição de um espectador que associa uma obra com um momento específico de sua vida. Sendo assim, tendo visto Da Magia À Sedução antecipando a apreciação de sua sequência, muito me perguntei qual era tamanho apego dos fãs quando a continuação foi anunciada uma vez que o original de 1998 era incoerente em muitos pontos, além de forçar homens terrivelmente feios para Sandra Bullock. Por sorte, aqui temos uma sequência que vale a pena.
