quarta-feira, 19 de agosto de 2026
SÓ POR UMA NOITE − diversão à parte, eles escolheram esperar | CRÍTICA
CORAÇÃO PARTIDO − elenco bonito, tempo perdido | CRÍTICA
quarta-feira, 24 de junho de 2026
SUPERGIRL – heroísmo em tempos de retração | CRÍTICA
Para a nova era da DC Studios, James Gunn tem enfatizado que cada filme terá seu próprio estilo narrativo no intuito de se afastar de qualquer apontamento de mesmice, vide a investida no próximo Cara-de-Barro e seu flerte com os filmes de body horror em contraste com o todo-esperançoso Superman. Assistindo a Supergirl, percebe-se que a proposta de seu estúdio é seguida a risca ao nos lançar em uma aventura interestelar concentrada em abordar temas maduros mesmo atrelado ao entretenimento do gênero.
terça-feira, 2 de junho de 2026
100 NOITES DE DESEJO – fica na promessa | CRÍTICA
Inspirado no livro quase homônimo escrito por Isabel Greenberg, é inegável que o elenco de 100 Noites de Desejo seja um chamariz e tanto para se despertar um interesse pela obra. Seja por Maika Monroe, Emma Corrin e Nicholas Galiztine (de encontro a um bom momento na carreira, estreando também com Mestres do Universo), além de um apoio pontual de Richard E. Grant, Charli XCX e Felicity Jones, o que se vê é uma narrativa cuja tragédia, todavia não tão lá inédita, precisa ser abordada justamente para não se repetir.
domingo, 31 de maio de 2026
STAR WARS: O MANDALORIANO E GROGU – aventura certa, reconhecimento tardio | CRÍTICA
Lembro que, toda a vez em que assistia a um novo capítulo das temporadas de The Mandalorian, eu sempre desejava uma transição imediata para o cinema tamanha encenação empolgante que não poderia caber apenas em telas digitais. Com um lançamento mais tardio do que esperado, todavia muito bem-vindo, Star Wars: O Mandaloriano e Grogu dispensa o lado mais operístico de sua franquia para comportar uma aventura bastante envolvente para retornar ao seu habitat natural.
quarta-feira, 29 de abril de 2026
O DIABO VESTE PRADA 2 – pela resiliência do bom gosto | CRÍTICA
Do sucesso imediato a fenômeno cult mantendo sua relevância ao longo de duas décadas, era esperado que a continuação de O Diabo Veste Prada, de certa forma, potencializasse tudo o que fora visto em 2006, mas seria muito de senso comum ver uma Miranda Priestly ainda mais afiada em sua escolha de palavras ou que a produção seguisse o caminho já publicado no livro “A Vingança Veste Prada”. Sem perder a etiqueta por evitar possíveis exageros, O Diabo Veste Prada 2 abraça a crise editorial como seu grande conflito.





