Mesmo pouco convidativo para se embarcar na aventura de assistir a mais de 1000 episódios de seu seriado animado, a energia caótica e divertida de One Piece foi conquistando aos poucos o público brasileiro até, por fim, se tornar um fenômeno (mesmo que tardio) com a chegada dos episódios dublados, bem como alguns filmes, nas plataformas de streaming. Sendo assim, uma franquia tão popular com mangás e colecionáveis lançados estaria incompleta sem seus primeiros filmes em cartaz no Brasil, servindo também como um convite muito agradável para todos que, ao menos, querem conhecer Luffy e toda a tripulação do Chapéu de Palha.
quarta-feira, 16 de setembro de 2026
terça-feira, 15 de setembro de 2026
quinta-feira, 10 de setembro de 2026
DA MAGIA À SEDUÇÃO: FEITIÇO DE AMOR ...em envolvente expansão | CRÍTICA
É curioso como o fator "nostalgia" junto com a tal "memória afetiva" são capazes de omitir quaisquer deméritos por conta da afeição de um espectador que associa uma obra com um momento específico de sua vida. Sendo assim, tendo visto Da Magia À Sedução antecipando a apreciação de sua sequência, muito me perguntei qual era tamanho apego dos fãs quando a continuação foi anunciada uma vez que o original de 1998 era incoerente em muitos pontos, além de forçar homens terrivelmente feios para Sandra Bullock. Por sorte, aqui temos uma sequência que vale a pena.
quarta-feira, 26 de agosto de 2026
MUITO PRAZER − sexo na sessão matinê | CRÍTICA
Novo filme de Jorge Furtado (Saneamento Básico - O Filme) é uma comédia leve, que passa rápido nas telas e na memória.
PONTO SEM RETORNO − exercício de distopia vazia | CRÍTICA
Em um ano que Devoradores de Estrelas foi uma grata surpresa ao nos apresentar uma pré-distopia conduzida com tanta criatividade e materiais fascinantes, era de se esperar que um cineasta de bagagem como Ridley Scott concedesse à sua adaptação de Ponto Sem Retorno (The Dog Stars, no original) uma jornada pós-apocalíptica tão emblemática quanto os seus maiores exemplares na temática, sem significar ser refém de uma mesma estética a la Blade Runner perpetuamente. O que se vê, no entanto, é de um dos trabalhos mais desinteressados de sua carreira.
quarta-feira, 19 de agosto de 2026
SÓ POR UMA NOITE − diversão à parte, eles escolheram esperar | CRÍTICA
Conhecido por filmes como A Mentira e Amizade Colorida, o diretor Will Gluck (Todos Menos Você) está de volta com uma comédia romântica tão estilosa e de boa química tal como seus antecessores, ainda que, num olhar rígido, pouco há motivos de se achar graça na trama. Inesperadamente, Só Por Uma Noite tira graça de uma distopia colorida em que o sexo sem compromisso se torna crime em um governo conservador.
Assinar:
Postagens (Atom)





