É inegável que Breaking Bad trouxe uma linguagem renovadora no que se refere ao modo de se fazer séries de televisão. Dos pontos de vista inusitados e as jornadas sem volta de seus personagens tão marcantes, as câmeras sempre estiveram a favor da narrativa, permitindo-se inclusive na extensão dos planos que por vezes tornaram as locações no Novo México em cenários com um pé no místico. Encerrado o arco de Walter White/Heisenberg, ainda havia a sede de conhecer mais sobre esse universo que alcançou recordes na audiência em sua temporada final e, quando anunciaram as duas temporadas de Better Call Saul, esta nova série criada por Peter Gould e Vince Gilligan conseguiu manter o alto nível de qualidade, algo raro quando se trata de retomada de franquias.
sexta-feira, 29 de abril de 2016
Better Call Saul (2ª Temporada) | CRÍTICA
É inegável que Breaking Bad trouxe uma linguagem renovadora no que se refere ao modo de se fazer séries de televisão. Dos pontos de vista inusitados e as jornadas sem volta de seus personagens tão marcantes, as câmeras sempre estiveram a favor da narrativa, permitindo-se inclusive na extensão dos planos que por vezes tornaram as locações no Novo México em cenários com um pé no místico. Encerrado o arco de Walter White/Heisenberg, ainda havia a sede de conhecer mais sobre esse universo que alcançou recordes na audiência em sua temporada final e, quando anunciaram as duas temporadas de Better Call Saul, esta nova série criada por Peter Gould e Vince Gilligan conseguiu manter o alto nível de qualidade, algo raro quando se trata de retomada de franquias.
terça-feira, 26 de abril de 2016
Julieta | Assista ao primeiro trailer do novo filme de Almodóvar
A Universal Pictures acaba de divulgar o primeiro trailer internacional de Julieta, do espanhol Pedro Almodóvar, já com legendas em português. O longa é um dos destaques do Festival de Cannes deste ano e marca o retorno do diretor ao evento, cinco anos depois de apresentar o elogiado A Pele que Habito, com Antonio Banderas.
quinta-feira, 21 de abril de 2016
Capitão América: Guerra Civil | Assista a vídeos de bastidores
Capitão América: Guerra Civil tem acumulado boas impressões até agora, após sessões restritas para a imprensa no exterior. Concentrando elogios nas cenas de ação, parte desse êxito se deve ao trabalho de direção dos irmãos Anthony e Joe Russo, que já haviam dirigido o filme anterior de Steve Rogers (Chris Evans), sempre com planos enérgicos feitos com um minucioso trabalho de câmera.
Aparentemente, este estilo continuará em Guerra Civil e até o dia 28 de abril, será difícil escolher qual lado ficar, apesar de ser um filme do Capitão América. Considerando possíveis spoilers, que tal conferir vídeos de bastidores?
O Caçador e A Rainha do Gelo | CRÍTICA
De todos os filmes que vieram após a trilogia O Senhor dos Anéis nestes últimos dez anos, com seus temas épicos e fantásticos levados a sério, conta-se nos dedos as produções que chegaram a atingir o mesmo grau de credibilidade de seus elementos e, o mais importante, a aceitação do público. Polêmicas a parte, Branca de Neve e O Caçador conquistou sua audiência trazendo uma narrativa sombria com criaturas fantásticas convincentes, um conto de fadas moldado para o gosto contemporâneo, além da irresistível atuação de Charlize Theron. Na sede de estabelecer mais franquias, a Universal Pictures expande este mundo mágico, mas assim como um elemento da trama, a sequência da aventura cai nas mãos erradas e generaliza tudo o que tinha de bom no filme de 2012.
terça-feira, 19 de abril de 2016
No Mundo da Lua | CRÍTICA
Na Terra ou No Mundo da Lua, o que prevalece são os laços familiares promovidos pela amizade. Nesta animação do espanhol Enrique Gato, há uma paixão incomensurável pelo cinema americano e seus arquétipos, assim como em As Aventuras de Tadeo. Na propulsão adquirida por recentes filmes espaciais, o diretor e equipe olham para o céu na busca de uma história que agrade as pessoas de todas as idades, mas podem deixar as mesmas com aquela agridoce sensação do "já vi isso antes".
sexta-feira, 15 de abril de 2016
Ave, César! | CRÍTICA
Assim como nos áureos tempos romanos, Ave, César! (Hail, Caesar!) remonta a uma época de expansão de uma luxuosa Hollywood dos idos de 1950, com suas fitas de grandes produções dominando cada vez mais as salas de cinema mundo afora e o estrelismo de seus artistas garbosos, muito favorecidos pelas luzes e lentes, se amplificando em uma espécie de culto politeísta lucrativo. Da venda de um estilo de vida influenciado pelos rostos sorridentes na tela às fofocas sobre os mesmos publicadas em tabloides de qualidade duvidosa, pouco a pouco, Los Angeles era tomada por zunidos de escândalos e discussões que, se duvidar, permanecem num círculo vicioso até hoje e assim por diante.
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