Quem diria que, pela segunda vez consecutiva, seria a Warner a repaginar mais uma clássica narrativa de monstros? Em parceria com a Blumhouse, somando aí o peso de James Wan na produção e com a direção de Lee Cronin, Maldição da Múmia resgata o sentido de horripilante para o gênero que andava malfadado a sustos baratos e tramas enfadonhas.
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| (© Warner Bros. Pictures/Divulgação) |
Em minha bagagem assistindo a filmes de horror, penso que foi uma das únicas vezes que precisei virar o rosto para não ver atos muito horripilantes em cena, o que não quer dizer que o longa seja esteticamente feio à parte das vísceras. A produção dos cenários é caprichada e a fotografia assinada por David Garrett (também de Evil Dead Rise) torna a experiência colorida ao mesmo tempo em que se faz lúgubre, o que nos faz pensar se a família do personagem de Jack Reynor estava economizando na luz após viagens para e do Egito...
Talvez mais extenso do que deveria e apelão no horror além da conta, Maldição da Múmia (Lee Cronin's The Mummy) realmente mostra que são as coisas que se julgavam mortas que detém muito mais vivacidade do que tantas longevas franquias do gênero que mal andam cumprindo o seu básico.
Assista ao trailer:


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