quarta-feira, 31 de agosto de 2016

Nerve - Um Jogo Sem Regras | CRÍTICA


Verdade seja dita, nunca estivemos tão conectados às redes sociais quanto atualmente e, não por menos, são os jovens brasileiros que mais acessam a Internet em relação a média global. Seja pelo acesso fácil a conteúdos ou pela necessidade de compartilhar "o que está fazendo", "no que está pensando" etc., saber que as amizades virtuais curtiram suas fotos com dúzias de hashtags agregadas nas descrições das mesmas pode ser algo bastante gratificante – se duvidar, engaja até a auto-estima daqueles que parecem discretos à sociedade. Em tempos de gamification e onde os views falam mais alto que a qualidade da informacão, e se pessoas passassem a transmitir ao vivo desafios insanos com a chance de serem monetizadas? Ainda que não se aprofunde nessa conversa, Nerve - Um Jogo Sem Regras acerta em sua estética jovial que sempre pede por mais.


Venus Delmonico (Emma Roberts) ainda cursa o ensino médio e nunca foi a garota popular do colégio, título que sempre ficou para a amiga, Sydney (Emily Meade). Na bem da verdade, Vee prefere ficar atrás das câmeras sendo a fotógrafa da turma e aproveitando para tirar fotos dos eventos locais, assim como de um colega pelo qual sempre teve uma queda. Fora isso, ela desfruta da companhia do amigo Tommy (Miles Heizer) e pensa em ingressar na CalArts, embora se sinta acuada por deixar a mãe (vivida por Juliette Lewis) sozinha em Nova York. 









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