segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016

Listão de Trailers – Fevereiro/2016


O segundo mês do ano pode ser o mais curto, mas foi bastante movimentado para o cinema. Levando em conta os trailers e outros comerciais lançados no Super Bowl 50, os grandes estúdios não pararam por aí. Durante o mês inteiro vimos trailers que já chamaram a atenção do público que compartilhou disparado nas redes sociais.

Aperte o play e bom listão!

Clássicos Cinemark estreia edição com filmes de diretores ingleses


Alfred Hitchcock, Ridley Scott, Danny Boyle e Sam Mendes. Quatro diretores que começaram suas carreiras na Inglaterra e, de lá, conquistaram Hollywood, ganhando o mundo e o apreço dos cinéfilos com suas visões particulares de fazer filmes.

Com sucesso de público desde 2014, a rede Cinemark volta a fazer suas sessões de clássicos trazendo quatro entre as grandes filmografias destes diretores que muito contribuem para o cinema. 

domingo, 28 de fevereiro de 2016

Conheça os vencedores do Oscar 2016!


O dia 28 de fevereiro marcou mais um final da alta temporada do cinema hollywoodiano. Como sempre, a cerimônia do 88º The Academy Of Motion Pictures Arts And Sciences Awards rendeu muita comemoração, embora boa parte dos prêmios já estavam mais do que confirmados, além de supresas bastante inusitadas em outras categorias.

Com um resultado bastante dividido e um período de votação bastante conturbado, paira a dúvida sobre qual é o melhor filme do ano. Aquele que ganhou o título final ou aquele que teve maior apelo popular, faturando a maioria dos prêmios dos quais foi indicado? Confira a lista completa dos ganhadores da (ainda) maior premiação do cinema.


Palpites, incógnitas e certezas da 88º edição do Oscar


Parece que foi uma longa espera até o domingo do 88º The Academy Awards. Da manhã do dia 14 de janeiro, quando foram anunciados os indicados desta edição, fazendo com que O Regresso e Mad Max: Estrada da Fúria tenham recebido respectivas 12 e 10 indicações, Hollywood (e o mundo) explodiu em polêmicas acerca da onipresença de atrizes e atores brancos indicados aos prêmios das suas categorias, fazendo a Academia tomar providências quanto a inclusão de novos membros, tentando contornar o #OscarSoWhite.

Se as premiações de sindicatos e outras associações trilham um caminho fácil para os vencedores do Oscar, dessa vez, parece não haver um consenso comum para as principais categorias. Uma incógnita desgastante que só será revelada para nós na madrugada de segunda-feira.

Quem ganha? Quem deveria levar? Confira os favoritos ao Oscar 2016!

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016

Orgulho e Preconceito e Zumbis | CRÍTICA


Escrito por Jane Austen e publicado em 1813, o livro Orgulho e Preconceito continua marcando sua presença na contemporaneidade com relançamentos e releituras. Demonstrando a relevância da obra para a sociedade atual que, por mais "avançada" que possa se considerar em questões sentimentais/humanas, aqui a emoção pouco se difere dos antepassados a quem foi dirigido o livro original. 

domingo, 21 de fevereiro de 2016

O Lobo do Deserto | CRÍTICA


Nos idos da Revolta Árabe, por volta de cem anos atrás, a Jordânia passava por um período de transição em meio ao cenário da Primeira Guerra Mundial. Enquanto a linha do trem cortava o cenário desértico da região e árabes lutavam contra os otomanos, havia nos arredores de Hejaz uma tribo de beduínos que mantinha seus costumes primitivos e, um de seus filhos, o curioso garoto Theeb (Jacir Eid Al-Hwietat) se encaminha para a (precoce) vida adulta. Com o irmão Houssein, ele aprende a atirar, retira água do poço, sacrifica animais e outras atividades executadas por um beduíno-homem, mas essa rotina seria interrompida com a chegada de um gringo ao acampamento. A civilização do Ocidente alcançava aquele reduto intocado e, dado o chamado para a aventura, os pés descalços de Theeb o levariam a trilhar sobre um mundo diferente – e não menos cruel.


quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016

O Quarto de Jack | CRÍTICA


Aos olhos de uma criança, não há lugar como o seu quarto. É justamente nesse espaço, assim se presume, que se concentra praticamente tudo o que ela precisa em termos de conforto, educação e diversão. Ainda que a realidade universal não seja desse modo, imaginação não falta para que as crianças desenvolvam suas próprias brincadeiras por menor que seja o cômodo. Ao completar cinco anos, o pequeno Jack (Jacob Tremblay) estará prestes a conhecer um outro mundo  fora e descobrir que ele não é exatamente bom.

domingo, 14 de fevereiro de 2016

Conheça os vencedores do BAFTA Awards 2016!


A EE British Academy Film premiou na noite de 14 de fevereiro os grandes destaques do cinema e da televisão no ano de 2015 e que ainda estão repercutindo nesse novo ano.

Pouco a pouco, confirmam-se os favoritos para o Oscar, apesar de a academia britânica privilegiar suas produções conterrâneas. O Regresso e Mad Max: Estrada da Fúria continuam levando a maior parte dos prêmios.


quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016

Brooklyn | CRÍTICA


A sutileza ao tratar de temas que poderiam gerar um grande melodrama fazem de Brooklyn uma boa pedida para qualquer um que queira acompanhar uma história delicada, apaixonante, sem deixar de ter momentos cômicos que se encaixam perfeitamente a trama. O filme pode ser considerado uma homenagem principalmente a imigração de irlandeses aos Estados Unidos, mas por que não a todos os imigrantes que deixam para trás tudo o que conhecem em busca de um futuro melhor?


Deadpool | CRÍTICA


Filmes de super-heróis não faltam hoje e só tendem a aumentar neste e nos próximos anos. Considerado por alguns um subgênero em declínio, há quem não leve mais a sério as quase-idênticas histórias de salvar o mundo com heróis bidimensionais e predominantemente norte-americanos. Longe de ser mais uma daquelas sátiras de mal gosto e de baixo orçamento, Deadpool vem em tempo de corrigir a inexplicável má introdução do personagem em X-Men Origens: Wolverine, além de adicionar um deboche sagaz enquanto propõe uma revisão sobre seus semelhantes.


quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016

Um Suburbano Sortudo | CRÍTICA


A elite branca que se cuide e que não se incomode, porque a "Classe C" tende a ficar mais presente. Se boa parte de figuras inspiradas no povão roubam a cena em programas humorísticos e novelas na TV, a Globo Filmes tem investido em Rodrigo Sant'Anna desde que sua personagem Valéria salvou o Zorra Total em 2011, o mesmo ocorrendo com seus outros papéis e bordões escrachados que caíram fácil na boca do povo. Vivendo Um Suburbano Sortudo, Sant'Anna se apodera da marra do jeito carioca em mais uma comédia de fórmula pronta.



A Garota Dinamarquesa | CRÍTICA


Há muitas décadas antes de o movimento LGBT tomar força, seguida de constantes repreensões de um povo que insiste em ser conservador diante da vida alheia (vide a repercussão de questões no ENEM 2015), a questão do gênero sempre esteve presente na humanidade desde seus primórdios. Foi a sociedade moralista, então, que sempre fez questão de heteronormatizar os costumes e padrões de cada indivíduo, por mais que havia pessoas "desconfortáveis" com sua identidade imposta. Com os avanços da medicina, as cirurgias de mudança de sexo possibilitaram uma nova vida para milhares de pessoas, mas foi um caminho árduo até que fosse um processo eficaz. Uma jornada de redescoberta e dificuldades que Lili Elbe passou em A Garota Dinamarquesa (The Danish Girl).

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2016

O Regresso | CRÍTICA


Quando o ainda indômito meio-oeste dos Estados Unidos resistia à agressiva investida da civilização do homem branco no Século XIX, o embate entre colonizado e colonizador era longe de ser maniqueísta. Enquanto americanos e nativos se matavam entre tiros e flechas, pilhando o que achassem por direito (lê-se aí carnes, peles, utensílios, ouro e até mulheres), além das tribos praticantes do escambo com os americanos e franceses, no meio dessa sociedade relutantemente miscigenada havia aqueles que buscavam no misticismo "selvagem" uma força a mais para viver, relegando o mal do progresso. Em O Regresso (The Revenant), o diretor Alejandro G. Iñárritu exulta-se numa obra que pesa mais em sua contemplatividade e em seu pretenso ritualismo.

Listão dos Trailers e Comerciais – Super Bowl 50


O Super Bowl é um dos momentos mais esperados do campeonato de futebol americano, senão o esporte favorito nos Estados Unidos, embora venha ganhando muitos fãs por aqui também. Tendo um dos horários comerciais mais caros da televisão no país do Obama, o evento tem chamado a atenção dos aficionados pela cultura pop, graças ao chamariz de Lady Gaga cantando o Hino Nacional e a presença marcante de Coldplay, Beyoncé e Bruno Mars no sempre empolgante halftime. Mas não só por isso...

Na disputa entre Carolina Panters e Denver Broncos, quem ganhou mesmo foram os cinéfilos que foram bombardeados com estes divertidos trailers e comerciais dos filmes mais aguardados de 2016 até agora!


quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016

A Escolha | CRÍTICA



Você pode até não gostar de filmes 100% românticos, mas este gênero está bastante presente no catálogo cinematográfico e seu grande sucesso e reconhecimento o torna necessário no meio. Há dias em que nosso humor precisa de produções não complexas e de fácil apreciação, apenas entretenimento. Dependendo do sentimento que desejamos buscar com aquele momento que merece um filme, os românticos podem ser uma boa pedida por trazerem a experiência de explorar emoções que só temas com amor e claro, drama, podem conceder.


Filho de Saul | CRÍTICA


Em se tratando de filmes acerca da Segunda Guerra Mundial, a somatória é longa quando os títulos são predominantemente americanos, geralmente com seu ponto de vista particular, embora haja várias produções focando em incidentes dos Países do Eixo, como o notório A Queda! - As Últimas Horas de Hitler. No que se refere aos acontecimentos da guerra em países invadidos pelos nazistas, a experiência cinematográfica de produções desses mesmos países acaba por trazer uma nova perspectiva sobre os horrores do holocausto. No húngaro Filho de Saul (Saul Fia), não existem heróis nem condecorações posteriores, mas o urgente cotidiano claustrofóbico de um campo de concentração.


segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016

Carol | CRÍTICA


Em mais uma noite fria na Nova York da década de 50, duas mulheres se encontram no salão do café de um hotel. A mais jovem, Therese Belivet (Rooney Mara) chegou ao The New York Times como fotógrafa estagiária, mas antes disso a moça teve que encarar o balcão de uma loja de departamentos, onde lá atendeu Carol Aird (Cate Blanchett), a mulher que está sentada diante dela. A tímida moça mal esperava que, de um mero encontro, despertaria algo muito além de uma amizade, mas uma paixão construída com ternura e conduzida com parcimônia por Todd Haynes em Carol.